18ª Construsul e a presença do setor de tintas investindo com produtos de tecnologia inovadora e respeito a sustentabilidade.

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Presidente da Abrafati, empresário Dilson Ferreira.

A 18ª Construsul – Feira Internacional da Construção, contará com a presença de 564 empresas e ocorrerá entre os dias 05 a 08 de agosto/2015, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo, RS. E simultaneamente acontece a 10ª ExpoMáquinas – Feira de Máquinas e Equipamentos para Construção. A Construsul é o segundo maior encontro de construção civil do País e o maior da Região Sul, onde reúnem-se as indústrias, o varejo, compradores, construtores, lojistas, engenheiros, arquitetos, entidades setoriais, representantes de governo e imprensa.

Para atender às demandas do mercado e impulsionar as vendas, a indústria de tintas vem investido em propaganda e marketing para despertar a atenção do consumidor para os benefícios trazidos pela pintura de seus imóveis, e, ainda, no desenvolvimento de produtos cada vez mais avançados e inovadores, com qualidade comprovada e ambientalmente corretos.

Seguindo esse rumo de atrair o consumidor, a sustentabilidade é o tema do momento para a indústria de tintas, que, para ter boas perspectivas no futuro, precisa responder aos desafios colocados por esse conceito e pela sua incorporação à sua estratégia e às suas atividades. “Esse é um caminho para o qual não há alternativas: o mercado, a sociedade, a legislação, o futuro do nosso planeta o exigem. Temos, portanto, de segui-lo, encontrando as melhores soluções para alcançar o desenvolvimento setorial sustentável que defendemos, que contempla necessariamente um bom desempenho nos aspectos econômicos, ambientais e sociais. Em um ambiente de negócios complexo como o que vivemos atualmente, pode parecer difícil incluir a sustentabilidade como prioridade. No entanto, é preciso ampliar a visão do curto prazo para enxergar um pouco adiante: ser sustentável traz resultados, gera valor, abre novas possibilidades”, ressalta o presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati), Dilson Ferreira.

De acordo com Ferreira, as indústrias de tintas e seus fornecedores trabalham nessa direção, com o objetivo de oferecer produtos que, cada vez mais, atendam aos requisitos ambientais, contribuindo, ao mesmo tempo, para o desenvolvimento econômico e revista simbolo. “Nessa trajetória rumo à tinta do futuro – na qual já se avançou muito -, um dos desafios é ser mais sustentável e, concomitantemente, melhorar o desempenho e as características do produto. A complexa equação envolve a avaliação dos mais variados aspectos, com seus desdobramentos técnicos, econômicos e mercadológicos, a começar pela escolha das matérias-primas e dos processos que serão utilizados na produção”, afirma.

Para dar conta dessa tarefa, há centenas de técnicos, nos laboratórios e em campo, pesquisando, permanentemente, inovações e alternativas e ampliando a abrangência dos seus estudos para incorporar, de forma cada vez mais forte e permanente, o conceito de sustentabilidade. “É preciso que as empresas encarem a sustentabilidade como uma forma de gerar valor. Projetos e novos desenvolvimentos devem levar em conta as variadas possibilidades de fazer isso: fortalecer a sua imagem e reputação, ajudar no relacionamento com públicos-chave, engajar funcionários, reduzir riscos, reduzir custos, aumentar a produtividade, proporcionar novas oportunidades de negócios”, assegura Dilson Ferreira.

Confiança dos expositores Referência nos diversos setores que envolvem a construção, a Construsul é considerada o segundo maior evento do segmento no país e o maior da Região Sul. Reconhecida por gerar negócios, reúne toda a cadeia produtiva da construção, possibilitando que a indústria apresente lançamentos, inovação e tecnologia ao público extremamente qualificado que a visita, composto por compradores do varejo de material de construção, construtoras, engenheiros, arquitetos, entidades setoriais e órgãos governamentais.

Os expositores que participam da Construsul consideram ser fundamental a participação de um evento deste porte, pois representa uma oportunidade ímpar de estar em contato não só com os visitantes profissionais, mas, também, com o público em geral, mostrando seus produtos e serviços.

No segmento de tintas e vernizes essa confiança, também, está presente. A PPG Tintas Renner participará da 18ª Construsul mostrando, em seu estande, uma série de produtos que atraem a atenção do mercado, com destaque para as linhas Rekolor e Majestic.

Tinta Super Premium, a Rekolor Pró Semibrilho e a Rekolor Pró Fosco e Acetinado, contam com baixíssimo odor e acabamento perfeito, reduzindo até 99,9% das bactérias, com excepcional cobertura e fácil aplicação. A linha de vernizes e stains da PPG Tintas Renner com a marca Majestic oferece soluções de proteção e embelezamento para superfícies de madeira, com qualidade superior e fácil aplicação. “A Construsul é reconhecida nacionalmente por proporcionar ótimas oportunidades de negócios e exposição da linha de produtos para um público diretamente interessado em nosso portfólio. Participaremos da edição de 2015 com muito entusiasmo e esperamos alcançar resultados amplamente positivos a exemplo do ano passado”, afirma o diretor de Marketing e Vendas da PPG Tintas Renner, Rodrigo Schepf.

A feira, também, será palco da terceira edição do concurso cultural “O Melhor Pintor do Sul”, promovido pela PPG Tintas Renner, em parceria com o Jornal Diário Gaúcho, de Porto Alegre, cuja fase final ocorrerá durante os três primeiros dias da Construsul. A ação, que tem como objetivo eleger o melhor profissional de pintura do Rio Grande do Sul, ativará 70 pontos de venda no estado, onde os pintores poderão se inscrever. Após a realização de três provas de conhecimentos práticos e teóricos, serão escolhidos três finalistas que concorrerão a uma moto 0km e ao título de “O Melhor Pintor do Sul”.

O gerente comercial de tintas imobiliárias da Killing Tintas e Adesivos, José Paulo Sanches, é mais um representante de empresa expositora que destaca a importância da Feira Construsul. “Somos expositores da feira há vários anos. Em 2015, esperamos que a exemplo das edições anteriores em que estivemos presentes, ela nos traga bons negócios e oportunidades. Toda a equipe da Killing está preparada para surpreender aqueles que vierem nos visitar na feira. Preparamos uma séria de ações para tornar o evento um gerador de negócios”, aponta Sanches.

De acordo com Sanches, a Killing sempre teve como principal característica a qualidade e o desempenho superior de toda a sua linha de produtos, fabricando diferentes itens que abrangem tintas, adesivos, solventes, aditivos e produtos para acabamentos de couro, destinados não só ao mercado brasileiro, mas também a outros países. Segundo ele, o atual momento do mercado da construção civil, que aponta tendência de desaceleração, não assusta a empresa. “Após anos seguidos de um crescimento espetacular, o mercado da construção civil entrou em um momento de desaceleração. Isso deve-se muito em função do cenário econômico atual e das políticas de governo que cortaram investimentos na área. A Killing anteviu este período e preparou-se para esta situação, expandindo e fortalecendo os seus mercados de atuação, o que vem gerando frutos positivos ao longo de 2015. A implantação de políticas comerciais atraentes e fortalecimento de parcerias vem gerando resultados positivos para a empresa e para nossos clientes”, salientou o gerente.

O ano de 2014 trouxe resultados um pouco abaixo do esperado para o setor de tintas e vernizes. As oscilações da economia e dos vários mercados que ele atende, trouxeram para o segmento uma redução de 1,67% no faturamento dolarizado, refletindo o volume comercializado de 1.408 milhão de litros, por sua vez 1,25% inferior ao registrado em 2013.

O presidente da Abrafati, Dilson Ferreira, avalia como instável a situação atual do mercado de tintas imobiliárias. “Esperávamos um 2015 melhor, mas hoje já se pode ver que demorará um pouco para a economia brasileira voltar a crescer. Nos primeiros meses deste ano, as vendas foram fracas e será preciso trabalhar muito para reverter essa situação no segundo semestre – que é tradicionalmente o melhor período para a venda de tintas imobiliárias”, revela Ferreira.

No entanto, o dirigente argumenta que mesmo com um cenário atual difícil, existem oportunidades e as perspectivas para o médio e longo prazo continuam sendo animadoras para as tintas imobiliárias. O Brasil tem mais de 60 milhões de domicílios e boa parte deles precisa de melhorias, que, em geral, envolvem a pintura. “Muitos deles, aliás, nunca chegaram a ser pintados, tendo blocos e reboco aparentes. Só aí já existe uma enorme demanda reprimida por tintas. Aos imóveis já existentes, soma-se a necessidade de novos, para atender ao crescimento populacional e à vontade das famílias de morar melhor”, concluí.

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