A LUTA DAS MULHERES PELOS DIREITOS DE CIDADANIA

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As histórias de luta pelos direitos de cidadania se diferenciam de país para país, mas o fato é que tiveram que acontecer para que as mulheres, pudessem simplesmente ter o direito de votar. Há também muita diferença, em relação aos direitos de cidadania da mulher, nos diferentes países do mundo.

No Brasil temos o voto feminino garantido desde 1932, mas só agora, em 2015, as mulheres começaram a votar na Arábia Saudita. No Irã, militantes da causa feminista, apesar de continuarem usando o véu, lançaram a campanha “Mudar a face masculina do Parlamento”, diante do grande desequilíbrio entre população e representação política das mulheres. Houve eleições para a Assembleia Legislativa, naquele país, na semana que passou, com as mulheres lutando por mais espaço.

Analisando historicamente, no caso de nosso País, onde as mulheres votam desde o ano de 1932, podemos afirmar que esta é a categoria de direitos que tem sido mais difícil de conquistar. Temos uma mulher na Presidência da República em segundo mandato, recentemente uma mulher foi empossada como presidente da Assembleia Legislativa, mas se observarmos o percentual de mulheres eleitas para cargos eletivos, em qualquer esfera, é de lamentar. Elas ainda se constituem numa escassa minoria.

As cotas, que os partidos políticos têm sido obrigados a observar, tem ajudado pouco, pois em muitos casos, os nomes das mulheres são colocados para cumprir uma determinação legal, sem que haja empenho, por parte dos partidos, para eleger a candidata.

Marina Lima Leal,

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